Zambézia comercializa mais de 17 mil toneladas de castanha de caju

O Instituto Nacional do Caju, INCAJU, na província da Zambézia, comercializou, no decurso do primeiro trimestre do ano em curso, 17.056 toneladas de castanha de caju, contra 16.800 toneladas planificadas.
Os dados foram avançados pelo delegado provincial do INCAJU, Ilídio Bacar, na cidade de Quelimane.
“Dos nossos fiscais posicionados nos diferentes pontos estratégicos do circuito de comercialização de castanha de caju foi possível registar cerca de 17.056 toneladas, contra 16.800 planificadas, representando um desempenho acima de cem porcento’’, disse Bacar.
Todavia, segundo a fonte, “se compararmos os indicadores da campanha anterior, o sector registou um decréscimo na ordem de 4 porcento.”
Justificou que o principal factor que determinou o decréscimo foi a retirada precoce de grandes actores de comercialização, aliada a queda prematura de chuva nos princípios de Dezembro passado, o período de pico de maturação.
A qualidade de castanha é prejudicada com a queda prematura de chuva com implicações negativas no preço. Fora isso, as vias de acesso também tornam-se problemáticas, desencorajando a permanência de grandes actores.
Nas últimas três campanhas, o preço tem sido aliciante o que faz com que mesmo quem não tenha cajueiro procure castanha onde há grande colheita.
O preço médio na presente campanha de comercialização de castanha de caju é de 62,49 meticais (pouco mais de um dólar) o quilograma, contra 53,95 meticais valor praticado na cifra 2016/17. (RM-Zambézia)

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