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Produção da castanha de caju próximo do recorde dos anos 70

A castanha de caju foi, antes dos anos 70, um dos principais produtos de exportação em Moçambique onde a produção chegou a 200 mil toneladas por ano.
Pragas, doenças e o envelhecimento dos cajueiros levaram ao declínio da produção, tendo atingido 64 mil toneladas em 2012. Entretanto, as reformas introduzidas a partir do ano 2000 estão a renascer a cultura. Este ano prevê-se comercializar 140 mil toneladas.
No período colonial, a castanha de caju era uma das bases de exportação, com o Norte a desempenhar um papel importante. Atá à porta da década de 1970 Moçambique estava ao lado de grandes potências como a India, tendo chegado ao recorde histórico de 200 mil toneladas.
A seguir assistiu-se a uma crise profunda no sector, com as nacionalizações que levaram ao encerramento de muitas fábricas de processamento, a cada vez mais escassez de matéria-prima devido ao envelhecimento do cajual, bem como as doentes e pragas que atacaram os pomares tiveram um efeito negativo e o país sumiu do mapa internacional durante anos.
O sector de caju é aglutinador de valor por excelência: emprega muita gente, muitos pequenos e médios produtores se beneficiam com a venda da castanha em bruto às empresas de processamento e no mercado internacional não e amêndoa não é algo barato, não.
Revitalizar o sector foi a palavra de ordem no governo de Joaquim Chissano e a primeira acção foi criar um sector específico no então Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural – assim nasceu o Instituto de Fomento do Caju (INCAJU) em 1997.
Três anos depois, em 2000, começa o programa de tratamento químico massivo ou simplesmente a pulverização. Entretanto, o passo mais de mais importante inicia em 2009 com a aprovação, pelo Conselho de Ministros, do programa de intensificação de produção e distribuição de mudas para repovoar os campos.
É nesse contexto que foi criado o maior viveiro de mudas de cajueiros localizado na zona de Nassuruma, no distrito de Meconta, província de Nampula que produz 800 mil árvores por ano.
“Neste momento o INCAJU tem como tarefa fazer a reabilitação do cajual através de produção de mudas com características desejáveis e distribuição dessas novas características aos produtores de diferentes locais da província”, destaca Halahala Abdurremane, chefe da repartição de Fomento de Tecnologia no INCAJU em Nampula.
Nampula é um grande produtor de castanha de caju, contribuindo com 50 a 60 por cento. Na época 2018/19, por exemplo, prevê-se à escala nacional comercializar 140 mil toneladas de castanha bruta. Todavia, os números recentes mostram que Nampula já vendeu 70 mil toneladas.
Voltado às mudas de Nassuruma. As mesmas são distribuídas pelas províncias de Niassa e Cabo Delgado, para além dos próprios distritos de Nampula.
Grande aposta na maior estufa de cajueiros vai para a aplicação da técnica de enxertia que tem a vantagem de garantir a multiplicação de cajueiros de raça em termos de tamanho do caroço e da maca ou simplesmente o caju ou ainda o chamado falso fruto.
Elídio Zitha é técnico do INCAJU e dá mais pormenores: “garantimos que a partir do segundo ano passa ter alguma castanha no cajueiro.
O seu potencial máximo sendo atingido a partir do quinto ano. Acreditamos que isso é uma grande vantagem. A planta que desenvolve normalmente a sua produção é tardia, podendo ter a partir do quarto a quinto ano”.
Uma das razoes da queda do sector da castanha do caju foi quando em 1995 o Banco Mundial propôs em jeito de imposição a liberalização da exportação da castanha bruta para ser processada noutros países, alegando insustentabilidade da industria de processamento em Moçambique, para além da taxa sobre nozes e amêndoas.
Volvidos mais de 20 anos, o Governo estudou bem a lição, por isso agora incentiva a instalação de fábricas de processamento – só a província de Nampula tem 14 unidades.
Uma delas é a Korosho Moçambique, Lda, de capitais indianos, inaugurada pelo Presidente da República em 2017 com capacidade para processar 8 mil toneladas por ano.
Martins Venvele deu-nos a saber que a fábrica emprega 1200 trabalhadores e que o negócio é rentável, tanto quanto que toda a amêndoa processada é exportada para países como África do Sul, Portugal, Canadá e Estados Unidos da América.
Para o mercado nacional, não fica nem uma castanha!
“Tem a ver com o problema do preçário. Então, o mercado nacional não tem consome a nossa produção, se não o mercado internacional”.
Essa visão contrária choca com a perspectiva do Governo que pelo contrário quer que se processe, inclusivamente, o caju propriamente dito.
O Instituto de Fomento do Caju criou uma pequena fábrica-escola em Nassuruma para treinar pequenos e médios produtores na produção de bebidas alcoólicas e sumos. No local destila-se um aguardente que ostenta a marca Ekhaju e um sumo de marca Cajuina.
“O objectivo principal desta fábrica-escola é despertar os produtores de castanha do caju e outros intervenientes da cadeia de valor do caju para fazerem o aproveitamento do falso fruto, assim como fazer a transferência do aproveitamento deste falso fruto do caju isto porque foi visto que grande parte dos produtores do caju têm valorizado mais a castanha em detrimento do falso fruto e sabe-se que a partir dele pode-se obter vários subprodutos co grande valor nutricional e comercial”, destaca Halahala Abdurremane.
Aliás, uma garrafa de 750 mililitros do aguardente Ekhaju sai a 750 meticais, o que mostra o negócio que se pode estar a desperdiçar. (O País)

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