Para excedentes agrícolas: Balama procura mercado via Internet

22 de Dezembro 2017: As autoridades governamentais do distrito de Balama, em Cabo Delgado, criaram recentemente uma página na internet para divulgar as quantidades de excedentes agrícolas, sobretudo de culturas alimentares disponíveis, como milho e feijões, que neste momento não têm mercado.
A administradora de Balama, Eusébia Celestino, que revelou o facto, acrescentou que a página de busca de mercado para os excedentes agrícolas na região, sob gestão da comissão distrital, ao mesmo tempo, tenta criar um interesse no seio dos potenciais compradores, entre empresas do ramo do agro-processamento e singulares, dentro e fora do país.
O distrito de Balama é pioneiro nessa iniciativa e as autoridades governamentais locais acreditam que poderá ser traduzido pela manifestação de interesse, sobretudo, por empresas que usam as tecnologias de informação e comunicação nas suas transacções comerciais.
Através das TIC, o governo de Balama quer promover as suas potencialidades no domínio da agricultura, acreditando na possibilidade de rubricar acordos de fornecimento de produtos, como milho, feijões, da produção da campanha em curso, facto que segundo a administradora local seria benéfico para os produtores.
Balama conseguiu na campanha agrícola 2016/17 uma produção recorde, sobretudo, na cultura de milho, estimada em 240 mil toneladas, quantidades que representam o dobro das necessidades de consumo da sua população, estimada em cerca de 200 mil habitantes.
Eusébia Celestino explicou que os resultados alcançados na safra em referência nas culturas de feijoes e soja foram igualmente satisfatorios. No entanto, o preço praticado, neste momento, pelos intervenientes no processo de comercializaçao dos excedentes agricolas, entre milho, feijoes e soja, é baixo em relação aos custos de produção.
“É dever do governo ajudar os produtores a encontrar mercados para a colocação da sua produção, da qual dependem o seu sustento e os investimento para patamares superiores” – disse a governante.
Actualmente, o quilograma de milho é vendido ao preço de cinco meticais, contra 20 meticais praticados em 2016. Em relação aos feijões, sobretudo da variedade boer, que no ano passado foi vendido ao preço médio de 45 meticais o quilograma agora, está fixado em 15 meticais.
Enquanto não se consegue mercado para a colocação dos excedentes, o governo de Balama capacita os produtores em métodos de conservação dos produtos, com vista a manter a sua qualidade. Por outro lado, incentiva a entrega do produto nos silos provinciais localizados em Nanjua, distrito de Ancuabe.

in “Jornal Notícias”

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