Maputo recebe gado para fomento

DUZENTAS e trinta cabeças de gado bovino de espécies melhoradas foram entregues, há dias, aos produtores dos distritos de Magude, Manhiça, Moamba e Boane, na província de Maputo, no âmbito do programa de fomento pecuário.
O distrito de Magude recebeu 100 animais por ser a região onde a criação de bovinos é mais intensa, seguido de Boane, com 60 cabeças. Cinquenta cabeças foram entregues ao distrito da Manhiça e vinte para Moamba. O lote comporta 150 fêmeas e 80 machos, devendo os animais servir tanto para a reprodução como para a tracção animal.
A iniciativa é da Direcção Provincial das Agricultura e Segurança Alimentar e enquadra-se nos esforços de repovoamento de animais que morreram nos últimos anos, devido à seca severa que afectou a região sul do país.
Falando na cerimónia de entrega dos animais, o governador provincial, Raimundo Diomba, disse que os beneficiários devem assumir uma atitude responsável na criação, de modo que os animais não morram por falta de pasto e água.
Acrescentou que uma das responsabilidades da província de Maputo é garantir a produção de carne de qualidade para alimentar a população e abastecer outras regiões do país que não têm condições climáticas para a criação.
“Nós temos a obrigação de garantir a produção de animais, daí que esta cerimónia vem responder ao grande desafio de colocar carne nas famílias moçambicanas. A ideia é produzirmos para o consumo interno e, se possível, para exportação”, disse.
Raimundo Diomba acrescentou que os beneficiários devem seguir todas as regras exigidas na criação de gado para que os animais possam se reproduzir o mais rápido possível e sejam passados para outras pessoas.
“O Governo apela a toda a população para que assuma o compromisso, no geral, de produzir comida. Aqueles que são produtores de aves não devem recuar, porque complementam toda a actividade de produção de alimentos”, disse.
Leonor Neves, directora provincial das Agricultora e Segurança Alimentar em Maputo, explicou que os animais ora entregues são novilhos e prontos para a incorporação na reprodução, tendo uma vida útil reprodutiva de oito anos.
A interlocutora disse que o segredo para que os animais se reproduzam com regularidade é alimentar bem e dar tempo de descanso. Acrescentou que num sistema bem cuidado podem produzir uma cria por ano.
“Vamos continuar a dar assistência técnica, porque este é um esforço de repor os animais perdidos quando da seca e também impulsionar a produção de alimentos na componente de carnes vermelhas. É um programa contínuo e visa, essencialmente, renovar as espécies”, precisou.
Lázaro Mbambamba, administrador de Magude, um dos distritos beneficiários, assume que tem uma responsabilidade acrescida na criação, porque escolheu o gado bovino como produto de bandeira. Disse que o seu distrito tem mais população bovina que a humana.
Mbambamba anotou que esta acção é resposta às reclamações das populações no sentido de se aumentar a produção do gado. Disse que já foram seleccionadas as famílias mais carenciadas, mas que no passado se dedicavam à criação de gado.
 In “Jornal Notícias”

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