Duas novas fábricas de processamento da castanha de caju vão entrar em funcionamento

Duas novas fábricas de processamento da castanha de caju vão entrar em funcionamento brevemente no país, concretamente nos distritos da Macia, em Gaza e Massinga, em Inhambane.

A informação foi prestada recentemente pelo director do Instituto para o Fomento do Caju (ICAJU), Ilídio Bande que assegurou que com a entrada em funcionamento destas fábricas vai subir para 17 o número de unidades de processamento existentes no país.

Actualmente, o país conta que 15 fábricas em funcionamento com capacidade instalada para processar 80 mil toneladas de castanha por ano.

As duas fábricas em construção, uma com capitais moçambicanos e portugueses e outra com capitais vietnamitas, terão uma capacidade para processar dez mil toneladas de castanha por ano.

Ilídio Bande indicou que apesar de terem uma capacidade para processar 80 mil toneladas, as 15 unidades actualmente instaladas estão a processar em média 48 a 50 mil toneladas por ano.

A produção da castanha no país rondou no ano passado cerca de 130 mil toneladas mas o grande desafio é atingir até 2020, cerca de 180 mil toneladas altura em que se acredita que o país possa processar pelo menos metade dessa produção.

O director do INCAJU também indicou que o país continua a dispor de condições para atrair novas fábricas para o processamento da castanha. Apontou a Lei do Caju que dentre as várias matérias, preconiza o direito de opção da indústria nacional na comercialização do produto.

“Esse é um instrumento que tem sido sistematicamente monitorado e discutida no Comité do Caju em que os processadores apresentam as suas necessidades e nós como INCAJU apresentamos aquilo que é a estimativa das quantidades existentes por província e chega-se a conclusão de que temos ou não a quantidade necessária para a indústria. Depois monitoramos todos o que a indústria tem e quando atinge 70 a 80 por cento abrimos as exportações “, sustentou.

Ilídio Bande considera que é mesmo da aplicação desta medida e de outros incentivos que existem no mercado, que muitas industriais têm vindo a investir no sector do caju em Moçambique.

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